
Ouvem-se as pedras desta calçada e sente-se a quentura exasperar-se, nada têm a dizer..
Pudesse eu não ter expressão, deixar-me ficar no chão que ainda a suporta.. mas estas ruas vão estreitando e asfixiando a minha veemência, nem sei se estou acordada ou imbuída de um descabido sonambulismo, só sei que as horas despem-se e mentem-me todos os dias.
Nada permanece intacto quando a alma está desditosa, ninguém sai vencedor..
Pudesse eu evadir-me por uns míseros instante, distrair-me deste apago..
um dia quando a voz estiver meia embriagada falarei dos gestos, dos rostos incertos e talvez todas estas vivências pareçam reais…
E a tuna regresse a vocês!
Spectro que se faz naquele amaro sabor de maré baixa no cais de alma varada. Pelas adagas glaciais do funesto amor melódico. Não tenho como minha, a sabedoria de aturdir qualquer sensação. O que sobra além da miragem, é um leve sopro que colherá estas palavras.
"Tudo" para que "alguém" conheça a ciência libertina da saudade inócua, como fado que "ouço" "in núcleo" de relações que a tuna mitiga e se cabe nas minhas mãos.
E a meio das férias (inicio para algumas) o até já tufissspiano!
V.M. Novafasus Adormecidus
mas kem escreveu isto pah??? andamos muitos filosoficas essas ferias andam a fazer mal as minhas meninas, até aposto que foi a vaiosessis que escreveu isto, é que so pode :
ResponderEliminarquem eu? nada.
ResponderEliminaras minhas meninas deveriam investigar isso melhor.
Pensas que a vaiosessis nao tem outra vida?!
menina saudades vossas? nem ve-las!!
Então qual foi a alminha inspirada que escreveu este texto? =P
ResponderEliminarta mmmmmmmmmmmmmmuuuuuito fixe ;)
beijinhos