
Néscia quezília tangivel da consciencia da leveza, indo indissoluvel de um arroubo de sensibilidade à espreita, pelo toque se percebe a jactancia do teu carisma, "não é defeito é feitio"..
Num sistema óptico de uma imagem nitida sobre ti, um leve arrepio emerge clandestino, outorganto uma breve noção de presença. Fruição, cumplicidade, ofuscam-se, evadem-se pela ausencia de querer.Já não se quer. Já se tem.
O tempo fica memoriado. Uma dissertação sobre os espaços vazios de sentido preenchidos. Nessa fímbria memória sucede a complacencia do sabor da vida, nesses pequenos natrões de ar não há equívocos ou mentiras. Não há traições ou medos. Saboreia-se a harmonia melódica da tua ira como se não houvesse amanhã e nao tivesse existido um ontem. Silencios? Não há simplesmente..
Numa imaterialidade dominante, emergente de um gesto irónico pela antitese, arriba a pureza autoritaria de uma amizade em tuna e fora dela.
Uma paragem nas funestas regras da existencia, um desvio mavioso, melodioso pelo infinito de uma concordia uniao engrenada.
Perdeu-se a noção do tempo, e o branco deu-se ao lugar, não te escrevemos mas não te esquecemos.
Mais uma vez, numa festa em que o 21º numero era senhor da noite, a tuna esteve presente, para que durasse o sentido evolado da noção circunspecta de que mais um ano se passou.
Parabens Zangão!
V.M. Novafasus Adormecidus
mas quem raio teve a infeliz ideia de dar a pass disto a esta gaja, agora pronto é cada texto que sato deus :p ninguem entende um carago... lol
ResponderEliminarcara Magi quero recordar-te que foste tu mesma que me a outorgaste e qase me obrigaste na vespera da frequencia de fenomenos a vir ca escrever.
ResponderEliminarSe persistirem duvidas, expoe aqui que eu esclareço..
Já agora uma leitura do jornal diaria talvez ajudaria a aprimorar o teu espirito critico e a perceber entao o que eu quero dizer:):P